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 641 municípios paulistas têm ao menos uma pessoa infectada pelo coronavírus, informa o Desenvolvimento Regional - Portal Cordero Virtual

641 municípios paulistas têm ao menos uma pessoa infectada pelo coronavírus, informa o Desenvolvimento Regional

Governo do Estado lança indicador PIB+30, de monitoramento de tendências da economia paulista no âmbito da pandemia

11/08/2020 10:05:40
641 municípios paulistas têm ao menos uma pessoa infectada pelo coronavírus, informa o Desenvolvimento Regional
641 municípios paulistas têm ao menos uma pessoa infectada pelo coronavírus, informa o Desenvolvimento Regional
O Governador João Doria, o secretário de Desenvolvimento Regional Marco Vinholi e membros do Governo do Estado apresentaram ontem (10), no Palácio dos Bandeirantes, informações sobre o combate ao novo coronavírus, causador da COVID-19. O estado conta no total 25,1 mil óbitos e 627,1 mil casos de coronavírus. Entre o total de casos diagnosticados, 414,332 pessoas estão recuperadas, sendo que 76.656 foram internadas e tiveram alta hospitalar.  

As taxas de ocupação de UTIs são de 58% na Grande São Paulo e 59% no Estado todo. O número de pacientes internados é de 12.739, sendo 7.275 em enfermaria e 5.464 em unidades de terapia intensiva. Hoje, dos 645 municípios, houve pelo menos uma pessoa infectada em 641 cidades, sendo 491 com um ou mais óbitos. 

Na entrevista, o Governador Doria anunciou o lançamento do indicador PIB+30 para monitorar as tendências da economia paulista no contexto da pandemia do coronavírus. Desenvolvida pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados), a ferramenta agiliza o acompanhamento de estatísticas do Produto Interno Bruto do estado e rastreia tendências da atividade econômica com mais rapidez e eficiência. 

“É uma ferramenta de gestão inovadora, ela permite examinar as estatísticas da atividade econômica a uma velocidade superior. Ela coloca São Paulo no mesmo patamar de países como EUA e França quanto à análise da evolução da economia”, disse Doria.  

“Nosso propósito aqui é revisar as melhores práticas internacionais e dar início ao uso de indicadores baseados em estimativas em tempo real. O PIB+30 constitui a partir de agora uma ferramenta integrante de nosso  plano de recuperação econômica do estado”, complementou o secretário Vinholi. 

O novo indicador será apresentado na forma de índices e taxas ajustadas sazonalmente. Ele será publicado em conjunto com a estimativa oficial do PIB do mês anterior. 

Para o Secretário da Fazenda e Planejamento de São Paulo, Henrique Meirelles, o PIB+30 será decisivo para delinear a retomada econômica em todo o estado a partir de 2021: “A ideia é diminuir o período entre a base de ocorrência de crescimento ou queda do PIB e a data de publicação, diminuindo a defasagem em cerca de um mês. Isso nos permite acompanhar com maior precisão essa evolução e identificar rapidamente mudanças de atividade econômica”, esclareceu o secretário Meirelles. 

Segundo a Fundação Seade, o PIB+30 de junho na comparação com maio, na série ajustada sazonalmente, avançou 6,8%, segundo resultado positivo consecutivo para esta base de comparação. No acumulado de 12 meses, o PIB+30 em junho avançou 0,7%. Na comparação a junho de 2019, houve evolução de 1,8%. 

Em relação ao resultado trimestral, o PIB+30 registrou retração de 5,4% no segundo trimestre de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019. Já no primeiro semestre deste ano, houve retração de 1,3% em relação aos verificado nos seis primeiros meses do ano passado. 

Perfil da mortalidade 

Entre as vítimas fatais estão 14.481 homens e 10.633 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 75,3% das mortes. 

Observando faixas etárias, a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (6.284), seguida pelas faixas de 60 a 69 anos (5.844) e 80 e 89 anos (5.088). Entre as demais faixas estão os: menores de 10 anos (36), 10 a 19 anos (44), 20 a 29 anos (203), 30 a 39 anos (776), 40 a 49 anos (1.698), 50 a 59 anos (3.454) e maiores de 90 anos (1.687). 

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (58,8% dos óbitos), diabetes mellitus (43,2%), doenças neurológicas (11%) e renal (9,4%), pneumopatia (8,2%). Outros fatores identificados são obesidade (7,1%), imunodepressão (5,7%), asma (3,1%), doenças hepáticas (2,1%) e hematológica (1,9). Esses fatores de risco foram identificados em 20.080 pessoas que faleceram por COVID-19 (80%).

Fonte: Assessoria de Imprensa - Secretaria Desenvolvimento Regional

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