A Prefeitura de
Limeira e o Ceprosom (Centro de Promoção Social Municipal) inauguraram nesta quarta-feira, 8 de junho, as instalações do Centro de Referência de Assistência Social - Cras Marilena Pinto Ramalho. O serviço oferece um ambiente adequado e acolhedor conforme prevê a legislação para atendimento ao usuário. O órgão funciona desde de abril na Rua Santa Cecília, 220, Vila Queiroz. O Cras é a porta de entrada da assistência social.
A cerimônia contou com a presença do prefeito Paulo Hadich e dos vereadores, José Farid Zaine e Wilson Nunes Cerqueira, além de Lúcia Helena Pinto Ramalho, irmã da idealizadora do Ceprosom, que dá nome ao espaço. Emocionada, a dona de casa fez questão de lembrar alguns fatos que marcaram a vida da irmã, que se dedicou à assistência social. "O que ela deixou é a extensão de um amor ao próximo. Ela faz muita falta", disse emocionada.
O Cras atende em média 600 pessoas por mês e atualmente 314 famílias são acompanhadas sistematicamente em 211 bairros no município.
De acordo com o prefeito Paulo Hadich, a gestão prioriza a assistência social. "Temos que ter coragem de efetivar as políticas públicas. E vemos que a Marilena, ousou em sonhar e em executar", observou
Para presidente da autarquia, Ana Maria Sampaio, o trabalho do Ceprosom está pautado na luta para implantar o Suas (Sistema Único de Assistência Social) no município. "Vi o quanto a Marilene foi uma mulher visionária na gestão e com um olhar técnico. Esse trabalho é a porta de entrada da política pública de acesso a população", salientou.
Durante o evento, a conselheira do Fundo Social de Solidariedade Limeira, Gloria Spanhol, que trabalhou com Marilene, fez questão de lembrar os feitos idealizados da fundadora. "Eu me sinto muito honrada em prestar essa homenagem a Marilena", revelou.
Segundo a coordenadora do Cras, Eleni de Mello, o trabalho desenvolvido pela unidade é um passo importante para que as famílias acessem os serviços da assistência. "Temos que garantir o acesso a esses direitos para toda a população", enalteceu.
Uma das assistidas é Carmem Ruth Ribeiro, 62, que destacou a importância do Centro de Referência na vida dela. "Quando, às vezes, estou me sentido deprimida venho para cá e encontro grandes companheiras. Não é o benefício, mas sim as reuniões que têm levantado meu astral', contou.