Agentes da Prefeitura de
Limeira vistoriaram um depósito no Pq. Egisto Ragazzo, em mais uma ação compulsória de combate à dengue. No local, fiscais encontraram uma grande quantidade de tambores e galões de produtos cosméticos armazenados inadequadamente, sendo que alguns estavam no telhado do imóvel. Na ausência do proprietário, foi necessário acionar um chaveiro para abrir o local. O trabalho contou com o envolvimento das secretarias de Saúde e de Serviços Públicos.
A maior preocupação dos fiscais foi a presença de uma enorme bomba para armazenamento de produtos que estava exposta ao meio ambiente e poderia servir de criadouro do mosquito da dengue. Os agentes de controle de zoonoses não localizaram larvas do Aedes aegypti, mas havia água parada em duas garrafas pet.
O terreno também abrigava eletrodomésticos aparentemente inutilizados, máquinas, caixas, latas de tinta e até um colchão em péssimo estado de conservação. Havia, ainda, lajotas e madeiras empilhadas ao ar livre. Uma equipe da prefeitura foi chamada para fazer o corte do mato que tomava conta da parte dos fundos do local.
Em decorrência da grande quantidade de objetos inservíveis acumulados, que poderiam facilitar a proliferação de animais peçonhentos, o proprietário do terreno será autuado por 'fator ambiental de risco', estando sujeito à multa de 10 a 10 mil Ufesp (Unidade Fiscal do Estado de
São Paulo). Cada Ufesp vale R$ 21,25. Ele ainda foi notificado a dar imediatamente a destinação adequada aos galões de produtos cosméticos (xampu, gel fixador, condicionador, máscara reparadora de cabelo, óleos, coloração, etc).