A Mostra de Arte e Talento do Ceprosom, ocorrida na última quarta-feira (7), foi marcada por muita alegria e emoção. O evento reuniu 170 crianças e adolescentes, que se apresentaram diante de uma plateia que lotou as dependências do Teatro Vitória – a maioria, composta por pais, mães e educadores envolvidos no projeto.
As crianças e adolescentes fazem parte do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). Todas elas são estudantes da escola “Professora Maria Aparecida Luca Moore”, do Jardim Aeroporto. São alunos assistidos por arte educadores que atuam no Centro Comunitário do Jardim Ernesto Kühl, no contra turno de aulas.
“É uma apresentação maravilhosa, a exemplo do que acontece todos os anos. Reflexo de um trabalho muito sério desenvolvido pela nossa administração, por meio do Ceprosom e da escola “Luca Moore”, disse o prefeito Mario Botion, que acompanhou o evento.
“O Ceprosom se dedica muito para a realização deste trabalho, que apresenta um ganho muito importante para o desenvolvimento das nossas crianças e adolescentes”, afirma Aucelia Damaceno, presidente da autarquia. “A mostra é a celebração de uma parceria fundamental para os nossos alunos, que se empoderam com a apresentação final”, diz Adriana Ijano Motta, diretora da escola “Luca Moore”.
IMPORTÂNCIA DE BRINCAR
Coordenador das atividades culturais no Ceprosom, Vagner Fernandes foi responsável pela direção geral e apresentação do espetáculo. “A mostra é resultado do trabalho da equipe de arte educadores que atuam no serviço com as crianças e os adolescentes”, relata. A temática deste ano foi a importância de brincar. A apresentação serviu também como abertura para o mês de erradicação do trabalho infantil.
Durante à noite, foram realizadas dez apresentações: quatro esquetes de teatro, com alunos do professor Jhonatas Xavier; três coreografias de dança com alunos da professora Liege Vicente; e três apresentações circenses, representadas por alunos da professora Thais Rosa.
As apresentações tiveram ainda ajuda do terceiro setor, por meio das entidades Campl (Patrulheiros), Núcleo Nova Vida e Gavia – que auxiliaram na iluminação e na contra regragem, e ainda de alunos do curso técnico de teatro do Senac, que também atuaram na contra regragem.