A alimentação da família como um todo é muito importante na formação do comportamento alimentar das crianças. E uma dúvida que surge de tempos em tempos é como fazer a criança comer de forma saudável na escola.
Durante a infância e adolescência, nas fases de crescimento geralmente, é quando se sente mais fome e que se tornam necessárias mais pausas durante o dia para comer, já que o desenvolvimento nessa etapa da vida traz uma demanda nutricional naturalmente mais elevada. Os lanches, em algumas janelas de refeições, muitas vezes, são responsáveis por organizar a alimentação das crianças e adolescentes. Os intervalos regulares favorecem a rotina e ajudam a reconhecer as sensações de fome e saciedade.
Mas, afinal, o que seria o lanche saudável?
A alimentação saudável prioriza os alimentos mais naturais, como grãos, leite e derivados, frutas, legumes, verduras, carnes magras, que são fontes de vitaminas, minerais e outros nutrientes. Com a alimentação infanto juvenil não é diferente. O consumo de alimentos ultra processados, como bolachas recheadas, salgadinhos, sucos de caixinha não são recomendados de uma forma excessiva. Podem ser consumidos, mas de uma forma equilibrada, e de maneira pouco frequente.
Segundo a nutricionista da Vibe Saúde, Fernanda Brunacci, uma lancheira saudável é aquela que fornece à criança diversos nutrientes e energia para aprender, realizar as atividades do dia a dia e evitar carências nutricionais. “É importante incluir os três grupos de alimentos na lancheira: frutas e vegetais (grupo 1), alimentos à base de grãos, tubérculos e pães (grupo 2) e alimentos à base de leite e seus derivados, carnes magras e ovos (grupo 3).”
Mas e sobre a quantidade de comida?
“A quantidade a ser oferecida varia de acordo com a idade e atividades da criança, mas o ideal é não oferecer itens para uma refeição muito volumosa, para evitar recusa ou mesmo desperdício de alimentos. O lanche escolar deve oferecer aproximadamente 20% das calorias que a criança deve comer no dia”, orienta a nutricionista.
Opções de lancheiras saudáveis:
Opção 1: maçã com pãozinho recheado com requeijão e queijo
Opção 2: mamão picado com cuscuz de milho e ovo de codorna
Opção 3: bolinho de aveia e banana com Iogurte natural
Opção 4: goiaba ou gomos de laranja com batata doce e queijo coalho em cubinhos.
Mestre-cuca em ação
Envolver a criança ou o adolescente no processo de criação da lancheira também pode ser um ótimo exercício para colocar a incorporar a alimentação saudável como parte da rotina e adquirir novos hábitos de cuidado com a saúde, estimulando o gosto por novos sabores e alimentos. E como fazer isso? É fácil! Planejar em conjunto o cardápio da semana, perguntar quais e que tipos de alimento dentro dos grupos necessários ele gostaria de comer durante os dias, ir à feira, escolher e preparar os lanchinhos. Essas tarefas são ótimas oportunidades para uma nova dinâmica da lancheira. “Ao ajudar no preparo e montagem da lancheira, eles tendem a aceitar melhor e não “torcer o nariz” para o consumo da comida de verdade.”
Sobre a Vibe
A Vibe Saúde é líder em saúde digital B2C no Brasil com uma base de mais de 1.4 milhão de clientes. Desde julho de 2020, a startup já captou mais de R$ 100 milhões de investimento liderado pelo fundo de investimento sueco, Cardo Health. Em maio deste ano, anunciou R$ 35 milhões de investimento na área de saúde da mulher.
A startup oferece em seus serviços atendimentos clínicos e psicológicos com mais de 10 especialidades. A empresa também oferece serviços personalizados para empresas nos segmentos B2B e PME.
Recentemente, passaram a fazer parte do Conselho Administrativo ou Consultivo da Vibe: Arthur O’Keefe (CEO da Bamboo Capital Markets, com longa passagem como executivo responsável por investimentos da Móvile), Eric Engellau-Nilsson (CEO da Norrsken Foundation, um dos mais importantes fundos de investimento ESG na Europa), e Masha Feigelman (ex-sócia da prática de saúde da McKinsey na Europa e Co-CEO da Cardo Health, investidora na Vibe Saúde.