Fevereiro chegou em sua última semana, mas a conscientização do “Fevereiro Roxo”, que alerta sobre doenças como lúpus e fibromialgia, deve ser permanente. A reumatologista do Sistema Hapvida, Anna Sylvia Gonçalves Reis destaca a importância de informar a população sobre os sintomas e diagnóstico dessas doenças que ainda não têm cura, mas que podem ser controladas, principalmente com alimentação saudável e a prática regular de exercícios físicos.
Sobre a fibromialgia, a médica explica que se trata de uma doença que provoca dor no corpo todo. “Também está associada a outros fatores, como fadiga, indisposição, distúrbio do sono e alterações de humor, além de depressão e irritabilidade. É uma doença não deformante e não inflamatória. Acomete mais mulheres do que homens, principalmente com idade entre 30 e 55 anos”, descreve.
Anna informa ainda que o tratamento pode ser com medicamentos, mas também há o meio não medicamentoso. “Há o tratamento não medicamentoso que envolve exercícios físicos regulares, incluindo aeróbicos e musculação, além do controle do sono e acompanhamento com psicólogo ou psiquiatra. Os exercícios físicos promovem melhora da fadiga, alívio da dor, do sono e melhora do humor. Por isso, enfatizamos a constância e regularidade do exercício para alcançar qualidade de vida”, ressalta.
Assim como a fibromialgia, o lúpus também acomete mais as mulheres, principalmente jovens. “É uma doença que acomete mais mulheres jovens do que homens. Trata-se de uma doença crônica e autoimune, ou seja, o corpo produz células contra suas próprias células, causando uma inflamação exagerada. Pode acometer a pele, músculos, articulações, rins, entre outros órgãos. Está relacionada à fadiga, queda de cabelo, indisposição e piora na qualidade de vida”, conclui.
Para tratar o lúpus, o medicamento será indicado pelo médico de acordo com o órgão acometido pela doença. Porém, no tratamento não medicamentoso, também estão inclusas as atividades físicas. “Além de alimentação saudável e controle do peso, que ajudam no controle da inflamação provocada pela doença. É importante que essas informações cheguem à população, para que procure o mais rápido possível o reumatologista, consiga um diagnóstico precoce e um tratamento adequado, que proporcionarão qualidade de vida”, finaliza a médica.
Sobre o Sistema Hapvida
Com mais de 6,7 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 36 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 45 hospitais, 191 clínicas médicas, 46 prontos atendimentos, 175 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.