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7 mulheres que transformaram o empreendedorismo brasileiro nos últimos tempos

Podemos dizer que se trata de qualquer ação de viés empreendedor, que parte de mulheres de diversos nichos, idades, vertentes e classes sociais.

11/02/2020 15:26:25
7 mulheres que transformaram o empreendedorismo brasileiro nos últimos tempos
7 mulheres que transformaram o empreendedorismo brasileiro nos últimos tempos
Com ou sem empréstimo para microempreendedor, é possível desenvolver formas de empreender e transformar a própria vida: o empreendedorismo feminino, especialmente nos últimos anos, tem ganhado muito espaço na mídia.

Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre sete mulheres que têm trabalhado ativamente para fortalecer o empreendedorismo feminino. Confira!

Antes de tudo: o que é empreendedorismo feminino?

Podemos dizer que se trata de qualquer ação de viés empreendedor, que parte de mulheres de diversos nichos, idades, vertentes e classes sociais.

Uma vez que a participação das mulheres no mercado de trabalho é de certa forma recente e que muitas ainda estão descobrindo a possibilidade de atuar de maneira autônoma, consideramos que o empreendedorismo feminino pode se manifestar de diversas maneiras.

Uma mãe solo que faz peças de roupas sob medida, por exemplo, é uma empreendedora - assim como mulheres que têm pequenos negócios ou que trabalham com artesanato.

Existem, claro, mulheres que estão em outros contextos e que atuam em espaços maiores, majoritariamente masculinos. Quando falamos sobre empreendedorismo feminino, é preciso compreender que o termo engloba pessoas de perfis múltiplos.

Veja abaixo sete representantes desse movimento, que dá indícios de que irá crescer muito nos próximos tempos.

Zica Assis

Heloisa "Zica" Assis, nascida na comunidade do Catrambi, no Rio de Janeiro, começou a trabalhar aos nove anos de idade.

Trabalhou como faxineira, empregada doméstica e babá, mas sempre com um sonho: o de criar produtos de beleza para tratar cabelos como o seu, volumosos e crespos. As opções do mercado, na época, incluíam apenas alisantes.

Após fazer um curso de cabeleireira, encontrou matérias-primas que poderiam ajudá-la a criar algo diferente. Munida de coragem, fez misturas diversas, perdeu cabelo (sim!) e, depois de muitos testes, chegou à fórmula desejada.

Em 1993, fundou o Beleza Natural, salão de beleza com foco em consumidores de classe. Atualmente, Zica atende mais de 130 mil clientes por mês e tem mais de 25 institutos de beleza no Brasil.

Ana Lúcia Fontes

Criadora da Rede Mulher Empreendedora, espaço virtual que visava acolher e auxiliar mulheres que estavam em busca de criar o seu próprio negócio, Ana Lúcia percebeu que estava diante de uma tendência que cresceria.

Em 2017, criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, espaço voltado para a capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade. A Rede Mulher Empreendedora é, hoje, a maior plataforma de apoio do gênero no país.

Fabiana Salgado

Nutricionista materna e infantil, Fabiana Salgado estava em busca de um nicho de mercado que juntasse as suas especialidades. Daí surgiu a Papinha Bacana, uma das primeiras companhias a oferecer papinhas artesanais no Brasil.

O crescimento foi assombroso e, depois de alguns anos de trabalho, Fabiana já estava presente em diversas cidades do Brasil, com os seus produtos e com o apoio de outras mulheres que, treinadas por ela, faziam a produção local das papinhas.

Camila Achutti

Criadora de duas startups, uma consultoria em inovação (Ponte 21) e uma plataforma de educação em tecnologia (Mastertech), gera emprego e renda para mais de trinta pessoas.

Camila visa sempre inserir mulheres em seus projetos, uma vez que acredita na importância da presença feminina na área de tecnologia, tão habitualmente conduzida por homens.

Paola Carosella

A famosa chef começou de forma autônoma, cozinhando e entregando marmitas em escritórios de Buenos Aires.

Apaixonada pela culinária, decidiu se especializar. A vontade de empreender veio mais de uma década depois.

Atualmente, Paola é dona de um dos restaurantes mais premiados de São Paulo, participa de programas de TV e desenvolve projetos para auxiliar mulheres em situação de rua.

Karina Gallon

A história de Karina começa com trezentos reais e uma ideia: em 2017, ela estampou camisetas com temáticas femininas para algumas amigas, apenas por diversão.

Quando percebeu que as camisas fizeram sucesso, decidiu produzir novos modelos. Surgiu assim a Peita, um empreendimento voltado para o público feminino.

Atualmente, o grupo vende cerca de mil e quinhentas peças por mês, entre camisetas, adesivos, bottons e ecobags, e emprega mulheres em todas as suas etapas de produção.

Luciana e Fernanda Nogueira da Fruto de Noz

Para finalizar, um combo: as irmãs Luciana e Fernanda montaram, em meados de 2018, uma empresa especializada em vestidos de festa, a Fruto de Noz.

O negócio, que trabalha com um conceito sustentável - a ideia é permitir que proprietárias de vestidos de festa consigam alugá-los ou vendê-los, com a empresa como intermediária -, hoje conta com um acervo de mais de quatrocentos modelos, com tamanhos que variam muito.

Fonte: Red Ventures
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