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Grupo de dança com síndrome de Down faz vaquinha para competir na Argentina

A vaga veio após o Down Dance conquistar dois prêmios no 22° Festival da Primavera “Som, Luz e Dança”, em Pirassununga.

12/05/2019 06:00:01
O Down Dance, grupo formado por jovens com síndrome de Down da Associação Amigos Especiais de Limeira (AEL), tenta participar pela primeira vez de um festival internacional de dança. Os limeirenses garantiram a vaga no Festival de Danças do Mercosul de 2019, que será realizado em setembro, na Argentina, mas a falta de recursos financeiros pode comprometer esse sonho.

A vaga veio após o Down Dance conquistar dois prêmios no 22° Festival da Primavera “Som, Luz e Dança”, em Pirassununga. O evento, organizado por Eduardo Leite, recebeu dançarinos de todo o Brasil no teatro no Centro de Convenções da cidade, em 2018.

Os jovens de Limeira conquistaram o primeiro lugar na categoria que disputavam e ainda arrebataram o prêmio de grupo revelação. Além dos troféus, o Down Dance foi pego de surpresa com a conquista da vaga para o festival da Argentina, já que este prêmio não havia sido anunciado com antecedência.

O empecilho é o investimento necessário para deslocamento e hospedagem na Argentina. A viagem do grupo está orçada em R$ 25 mil. Para arrecadar este montante, além de uma agenda de eventos, a AEL lançou uma vaquinha na internet. Os interessados podem fazer doações via boleto bancário ou cartão de crédito. “Qualquer apoio para nós é muito bem-vindo porque é o sonho deles”, diz Rinalva Bertagna, mãe de Giovanna, que faz parte do grupo.

Com uma semana no ar, a vaquinha ainda precisa de mais visibilidade e engajamento de doadores. As famílias têm se mobilizado via redes sociais, amigos e familiares. Os participantes podem doar qualquer valor CLIQUE AQUI

Down Dance

O projeto foi iniciado em 2017 pela Associação Amigos Especiais de Limeira. As aulas de dança são gratuitas e oferecidas às sextas-feiras pelo professor Betho Bastelli. O grupo se apresenta em espetáculos e festivais em várias cidades e é formado por cerca de 10 componentes.

A dança faz parte do processo de desenvolvimento da pessoa com síndrome de Down. É uma arte que estimula a criatividade, a habilidade motora, a consciência corporal, desenvolvimento cognitivo e a expressividade. “Com esse empoderamento do próprio corpo, ela passa a ter maior autonomia, gerando assim uma inclusão mais verdadeira e eficiente”, diz Bastelli.

As pessoas com síndrome de Down interessadas em participar das aulas de dança devem comparecer às sextas-feiras, das 19h às 20h, na Taba do Brasil, que fica na Avenida Lumiere, 135, Centreville.

Fonte: Dínamus
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